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Anos 90 : Relíquias de um tempo que passou PDF Imprimir e-mail


























1."Com a recente remodelação governamental ficou uma certeza: "Esgotados os recursos da lista telefónica, Veiga teve de recorrer à lista das Faimo"



2.Em 1995 "o banco do ano foi... o Banco dos Réus";







3."MPD refundado deverá estar...a viver artificialmente a sua mística e a morrer lentamente da sua política" (filisberto vieira, 1995)





4."Para este governo ser o mais curtido de sempre só faltavam o João Pinto e Luís di Má como ministros das finanças e da cultura, respectivamente...



5. a partir de agora nos noticiários os locutores vão ser obrigados a dizer..."apresentar, armas". (locutor da RNCV).










6. Investir em Cabo Verde é uma armadilha (empresário do club Náutico).





7.Em termos de markting comestível, foi um golpe de mestre a promoção do director geral dos CTT à categoria de governante....(Arnaldo silva referindo-se a josé luis Livramento).



8."consideramos que o presidente do conselho de administração da TNCV... é um fascista que nem sequer se preocupa em disfarçar-se em democrata"....(Onésimo silveira, já, 6.1.95)

9. " em 1996 a população de S. Vicente vai nadar  em água" (Emanuel Miranda, RNCV, jan,1996).






10. "nós devemos sujar de acordo com a nossa capacidade de limpar" (joão medina,rncv,12.1.95)





11."De fato e gravata é primeiro ministro e convém falar com alguma moderação e demagogia....em mangas de camisa, é presidente do MPD e pode ser virulento, arruaceiro e anti-democrático primário... (Eurico correia monteiro, referindo-se a Carlos Veiga, 6.1.95).




12. " Carlos Veiga deve ser o único chefe de governo do mundo a misturar a defesa com a área de comunicação, da cultura e do ambiente"...(Aristides Lima,10.1.95). 
 
Finalíssima dos "para se esquecer" PDF Imprimir e-mail
Ao se discutir as piores personalidades de 2008, ficou-se pela finalíssima entre Rosa Vicente e Jorge Santos, ambos da mesma família político-ideológica.
Rosa Vicente, pela forma desleixada e irresponsável como geriu o processo eleitoral.
O que aconteceu na Praia foi caso de polícia e não há que ter papas na língua. Ainda está-se à espera do arrepiante depoimento dos demais integrantes da Comissão Nacional de Eleições. E Jorge Santos, pelos escândalos inventados e "tóxicos" que fez dele um cidadão com "nariz de Pinóquio". Este, apesar da indecorosa atitude da outra, é realmente o
pior do ano!
 
Líder tóxico de saída PDF Imprimir e-mail
Alguns sectores do MpD começam a procurar a figura do futuro Presidente do Partido, estando evidente a era pós Jorge Santos. Tido como incompetente, irresponsável e quezilento, JS tem feito o MpD perder a dinâmica conseguida com as autárquicas. A figura que vem ganhando dimensão – num verdadeiro efeito de bola de neve – é Olavo Correia, antigo Presidente do Banco Central (BCV), actual Administrador da TECNICIL e Presidente da PROMITUR. Parece haver a luzinha de Podogó em alguns sectores ventoinhas…
 
Sem conta PDF Imprimir e-mail
Óscar Santos abre briga com o BCV por causa do seu regime de meio-tempo, mas salário integral, conforme sua interpretação da lei. O vereador pretende que seu outro meio-tempo na Câmara Municipal da Praia lhe seja pago também pelo BCV, o que não gera consenso nessa instituição. Falando curto e grosso, como tem sido seu estilo, Santos assume que não tem conta com ninguém…
 
Os anos do Expri PDF Imprimir e-mail
O confrade Expresso das Ilhas fez 7 anos na semana passada. Aproveitamos a deixa para dar os parabéns à concorrência. Longe vai o tempo em que era simples arma de arremesso dos Rabentolas, criado para "desrespeitar" tudo e todos. Ainda hoje, não confundimos os desmandos de uma jandira exacerbada a cumprir maquiavelismos bem urdidos por mários silvas e zés tomázes, com a tentativa de fazer um jornalismo aceitável por parte de alguns profissionais…
 
Do Padogó originário ao “padogó” imaginário PDF Imprimir e-mail
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A luz – luzinha ou não – surgiu com o aparecimento do mundo e foi idealizada e materializada por um Ser Superior. Reza a Bíblia que Deus construiu o mundo em seis dias e que no sétimo optou pelo descanso. De acordo com o livro sagrado, o trabalho cimeiro que o Senhor fez, logo no primeiro dia da edificação do seu Universo, foi o da criação e separação da luz e da treva.Tal proeza aconteceu antes da criação da luz do sol, das estrelas, da lua, do arco íris, do relâmpago e dos nossos próprios olhos, que nos facilita aperceber e reconhecer a presença de muitas luzes de origem divina e de tantas outras artificiais, incluindo as emitidas a partir dos chamados objectos frios (luminescência) como por exemplo as lâmpadas florescentes, os mostradores luminosos, os receptores de televisão, entre várias outras. Esta “luzinha sobre coisas obscuras” não pretende ser luz mãe e protectora e, tão pouco, luz divina. Trata-se, apenas, de uma “luzinha radiante” que procura abrir o “caminho” sob a “mata”, que promete novidades e garante posicionar-se, de forma solidária, com outras “luzinhas” que abundam por esta terra e que têm, coincidentemente, como aposta e desafio, a nobre e patriótica missão de batalhar contra a penumbra social, política e cultural e lutar contra a casmurrice, a birra, a churria de quem tudo pode e o comportamento atormentado e perturbado. Este espaço quer situar-se, igualmente, em desfavor daqueles que pensam estar protegidos por forças sobrenaturais, impregnados de ideias de Santidade e que por causa disso e não só, insistem em fazer culto esmerado da sua personalidade e discurso velado de auto-proclamação da sua pureza.Esta “luzinha” quer manter sempre acesa a chama da paz, conservar a fé como o seu mais alto pedestal, preservar o amor acima de tudo, manter vivo e radiante o farol da esperança e gozar de felicidade e longa vida. Trata-se de uma “luzinha” que não se propaga através de ondas electromagnéticas mas que, lá do “fundo do túnel”, vai, com a sua modesta e humilde radiação, buscar a necessária coragem, audácia e determinação, para investigar as sombras e o seu tamanho, examinar a penumbra e as suas causas e indagar os factores que estão na origem do surgimento de certas “trevas” e “escuridão”, de algumas coisas encobertas e pouco claras, que circulam, no quotidiano das nossas ilhas. Queremos uma “luzinha”, avessa à ociosidade pelo poder a qualquer preço, ao espírito maldoso e destrutivo, à histeria mediática, às ideias retocadas e recauchutadas e contra todos aqueles que procuram exercer a sua ‘faina piscatória” em “águas” turvas e turbulentas.Queremos uma “luzinha”que não concorda com a ideia do “poder eterno”, que não aceita o argumento de que, com a realização de obras sociais e infra-estruturas de vulto, o poder torna-se garantido e que não aceita, também, a conhecida atitude que ignora e menospreza o sábio provérbio popular que diz: “kaminhu lonji ta andadu di bespa”.  Lutamos por uma “luzinha” que valorize as transformações positivas que se operam em Cabo Verde, no seu dia-a-dia, que esconjure os “feiticeiros” e “bruxos” da desgraça e todos aqueles que, com malevolência, andam a pregar e a festejar com o que chamam de desemprego generalizado, pobreza franciscana, multiplicação de “Lázaros” por todo o lado e vida azeda e complicada nas aldeias e povoados da nossa terra. Que ideia mais falsa! Que desonestidade política de permeio! Que descarada manipulação e desinformação! Contra a desonestidade deste tipo, a nossa “luzinha” vai marchar e marchar sempre.Batalhamos por uma “luzinha” em prol do diálogo e da negociação, que favoreça os sagrados e supremos interesses do país, contra qualquer comportamento ditatorial da maioria e contra qualquer atitude de bloqueamento abusivo e desnecessário, exercido pela minoria. Afinal de contas, esta “luzinha” é uma amiguinha e uma companheira fiel e segura de todos os momentos. Ela não é divina e nem artificial. Por isso, no que respeita à luz propriamente dita, esta “luzinha” não quer preocupar-se, por enquanto, com nada. Não quer saber, por ora, de fotões, de cumprimento de onda, de velocidade, de propagação, de refracção, de ângulo de incidência, de raio, de reflexão e de coisa alguma. Quer, sinceramente, ser linda, acarinhada, protegida, respeitada, cheio de múltiplas e variadas novidades e à medida de “uma luzinha sobre coisas obscuras”.
 
     
         
     

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